Fotografia Luz aprisionada por Paula Gomez del Valle

Nossa amiga Paula Gómez del Valle vém de associar esta fotografia sua a um poema meu do livro Versos fatídicos (1994-2010), editado pelas Edicións Positivas em 2011.  O poema faz parte de um pequeno grupo de três textos automáticos que, sob o título “A aliá que nos mostra o caminho ~ Homenagem a Viola”, nasceu a partir da obra do pintor Manuel Viola. A fotografia, que não tinha título, por acordo mútuo passa a levar como título o segundo verso do poema que a seguir reproduzimos:

Caminho da trovoada
uma luz aprisionada.
Um instante de luxúria
antes do amanhecer do metal.
Uma catedral de gozo
e na mão o medo
fechando a compostura.
A lâmpada do coração a piscar
como uma torre quase extinta.
A distinção é precisa.
O ângulo, adverso.
A amizade dos astros,
demasiado custosa.

{Palavra Comum}

Alfredo Ferreiro, Colaborações:, Fotografia, Poesia

“Luz aprisionada”, Paula Gómez del Valle & Alfredo Ferreiro

Nossa amiga Paula Gómez del Valle vém de associar esta fotografia sua a um poema meu do livro Versos fatídicos (1994-2010), editado pelas Edicións Positivas em 2011. O poema faz parte de um pequeno grupo de três textos automáticos que, sob o título “A aliá que nos mostra o caminho ~ Homenagem a Viola”, nasceu a partir da obra do pintor Manuel Viola.

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Mesa redonda A Nosa Cinza em banda desenhada

Alfredo Ferreiro, Colaborações:, Colóquios, Ilustração, Narrativa

Mesa redonda “A Nosa Cinza, en cómic”

Mesa redonda “A Nosa Cinza, en cómic”, coa participación de Xavier Alcalá, Manel Cráneo e Alfredo Ferreiro. 19 de xaneiro, 16 h, Sala de Graos.

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Candido en la Asamblea na Corunha em 2017 por Alfredo Ferreiro

Apresentação ontem do livro Cándido en la Asamblea, de José Juan Díaz Trillo no “Ámbito Cultural de El Corte Inglés” na Corunha. Com a presença do autor, assim como de Ricardo García Mira, Pilar García de la Torre, Xavier Alcalá e José Manuel Blanco.

Alfredo Ferreiro, Bestiário cultural, Colaborações:, Fotografia

“Cándido en la Asamblea”, de José Juan Díaz Trillo

Apresentação ontem do livro Cándido en la Asamblea, de José Juan Díaz Trillo no “Ámbito Cultural de El Corte Inglés” na Corunha. Com a presença do autor, de Ricardo García Mira, Pilar García de la Torre, Xavier Alcalá e José Manuel Blanco.

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Samuel Pimenta na Crunha 2016 por Alfredo Ferreiro 1200px
Alfredo Ferreiro, Bestiário cultural, Colaborações:, Colóquios, Críticas e referências, Fotografia, Poesia

Apresentação de “Ágora”, de Samuel Pimenta

Apresentação do livro Ágora na livraria Sisargas da Crunha (Galiza), com Pedro Campos (música e voz), Iolanda Aldrei, Pedro Casteleiro e o próprio Samuel Pimenta.

{Palavra Comum}

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Gata em chão de erva fria por Alfredo Ferreiro

“Gata em chão de erva fria” é uma fotografia de Alfredo Ferreiro tirada na Pedreira de Arteijo (Galiza) em 2016.

{Palavra Comum}

Alfredo Ferreiro, Colaborações:, Fotografia, Objetos mutantes

Gata em chão de erva fria

“Gata em chão de erva fria” é uma fotografia de Alfredo Ferreiro tirada na Pedreira de Arteijo (Galiza) em 2016.

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Galiza e Portugal qual fronteira A
Alfredo Ferreiro, Breves, Colaborações:, Colóquios, Lusofonia

Galiza e Portugal qual (quais) fronteira (s)? ~ Debate no Porto

São muitas as interrogantes que uma pergunta assim faz remexer no miolo. Até porque há muito que não posso deixar de pensar “quais as fronteiras da Galiza?”. E não só a respeito de Portugal, essa irmã gémea que se criou sem as tutelas opressoras do colonizador Reino de Castela, mas a respeito do mundo. Porque para emigrar a Galiza não teve fronteiras, mas para crescer orgulhosa de seu corpo e espírito, livre de normas e preconceitos aniquiladores, é que sempre encontrou obstáculos por toda a parte. Há uma questão de psicologia social, se calhar, que talvez deve ser abordada de um novo modo. É isto uma intuição ou uma necessidade deduzida da queda incontestável da sua cultura? Deixo uma versão para as mentes espiritualistas e outra para as racionalistas.

A Galiza precisa de Portugal, porque é nele que se conserva um sangue compatível para uma imprescindível transfusão. Portugal não sei que é que precisa, mas não assumir seu passado galego será reconhecer que existe um trauma ou um problema identitário sem resolver. Hoje sabemos, depois de ser-nos ocultado por séculos sem conta, que a Galiza medieval, a visigótico-sueva, a romana e a celta é um território vivencial transminhoto que só nos corresponde reivindicar se o honramos fazendo-nos merecedores de seu legado. Um tesouro por descobrir, e talvez a chave de um futuro que até agora nos foi vedado.

O debate proposto será protagonizado pela melhor vontade fraternal galego-portuguesa. Eis o «programa:
“Cada língua, uma alma”, por Joaquim Pinto da Silva (Director da Orfeu, livraria portuguesa e galega, Bruxelas)
“A encruzilhada política da Galiza”, por Ana Miranda (Porta-voz do Bloco Nacionalista Galego, no Parlamento Europeu)
“Letras e artes a sul e a norte do Minho”, por Ramiro Torres (revista Palavra Comum – http://palavracomum.com/)».

Galiza e Portugal qual (quais) fronteira (s)? ~ Debate

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