Alfredo Ferreiro, Breves, Lusofonia

Lusofonía V: unha telenovela portuguesa

Floribella
Segundo nota Fernando Venâncio o sotaque galego está a ser levado ao éxito televisivo, na personaxe norteña (de Gaia) dunha telenovela portuguesa:
“Luciana Abreu dizia «primêiro», não «primâiro». Dizia «dôu», não «dô». Isso era um novidade em ficção televisiva nacional, decerto em personagem de relevo. Os dois ditongos «êi» e «ôu» vêm da Alta Idade Média, tendo-se formado no Noroeste peninsular acima do Douro (do «Dôuro», claro). Para sermos mais exactos: são invenções galegas puro-sangue. Foram, mais tarde, levados assim para o Brasil, onde se mantêm.”

Quen sabe e quere, por veces fala do moito que hai, e outros supomos o moito que podería haber… se quixésemos superar esa patente endogamia.

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11 thoughts on “Lusofonía V: unha telenovela portuguesa

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  4. À Brigada Bigornas:
    Tenho que dizer que vieram bater o seu ferro na bigorna equivocada. Neste post, como sem dúvida tiveram ocasião de ver, o assunto versa sobre a cultura galega, e o facto de sair o nome do Sr. Fernando Venâncio deve-se a umas suas declarações sobre língua portuguesa. Podem por isto deduzir que opiniões sobre moralidade e metafísica de pessoas constituem martelada errada, e mais se introduzindo insultos e brigas pessoais alheias a este blogue. Façam isto: apanhem seu ferrinho e, bem vaiam marcar outra vaca, bem vaiam introduzi-lo na água para conseguir uma melhor têmpera da sua própria língua.

  5. À Brigada Bigornas:
    Tenho que dizer que vieram bater o seu ferro na bigorna equivocada. Neste post, como sem dúvida tiveram ocasião de ver, o assunto versa sobre a cultura galega, e o facto de sair o nome do Sr. Fernando Venâncio deve-se a umas suas declarações sobre língua portuguesa. Podem por isto deduzir que opiniões sobre moralidade e metafísica de pessoas constituem martelada errada, e mais se introduzindo insultos e brigas pessoais alheias a este blogue. Façam isto: apanhem seu ferrinho e, bem vaiam marcar outra vaca, bem vaiam introduzi-lo na água para conseguir uma melhor têmpera da sua própria língua.

  6. À Brigada Bigornas:
    Tenho que dizer que vieram bater o seu ferro na bigorna equivocada. Neste post, como sem dúvida tiveram ocasião de ver, o assunto versa sobre a cultura galega, e o facto de sair o nome do Sr. Fernando Venâncio deve-se a umas suas declarações sobre língua portuguesa. Podem por isto deduzir que opiniões sobre moralidade e metafísica de pessoas constituem martelada errada, e mais se introduzindo insultos e brigas pessoais alheias a este blogue. Façam isto: apanhem seu ferrinho e, bem vaiam marcar outra vaca, bem vaiam introduzi-lo na água para conseguir uma melhor têmpera da sua própria língua.

  7. – As motivações do senhor Fernando Venâncio são muito mais de ordem moral que metafísica. Ele define-se, antes de mais, pelo temor de um líder antropomórfico, obrigado por um determinismo intemporal e, por conseguinte, como o próprio Fernando, senhor a cada instante dos seus actos e das suas respostas. O senhor Fernando sofre, porque está disvirtuado pelo uso excessivo do verbo, e já não consegue obter a adesão dos leitores. O seu pensamento está constantemente voltado para uma exasperação moralista da noção de certo, levando-o a uma desconfiança profunda não só em relação ao mundo, como a si próprio. É, literalmente, um pobre de espírito!

  8. – As motivações do senhor Fernando Venâncio são muito mais de ordem moral que metafísica. Ele define-se, antes de mais, pelo temor de um líder antropomórfico, obrigado por um determinismo intemporal e, por conseguinte, como o próprio Fernando, senhor a cada instante dos seus actos e das suas respostas. O senhor Fernando sofre, porque está disvirtuado pelo uso excessivo do verbo, e já não consegue obter a adesão dos leitores. O seu pensamento está constantemente voltado para uma exasperação moralista da noção de certo, levando-o a uma desconfiança profunda não só em relação ao mundo, como a si próprio. É, literalmente, um pobre de espírito!

  9. – As motivações do senhor Fernando Venâncio são muito mais de ordem moral que metafísica. Ele define-se, antes de mais, pelo temor de um líder antropomórfico, obrigado por um determinismo intemporal e, por conseguinte, como o próprio Fernando, senhor a cada instante dos seus actos e das suas respostas. O senhor Fernando sofre, porque está disvirtuado pelo uso excessivo do verbo, e já não consegue obter a adesão dos leitores. O seu pensamento está constantemente voltado para uma exasperação moralista da noção de certo, levando-o a uma desconfiança profunda não só em relação ao mundo, como a si próprio. É, literalmente, um pobre de espírito!

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