Ernesto Vázquez Souza

Sur le citoyen Pondal e o direito à memória crítica

Maria PitaCantas veces dos homes aléves,

No trato non recto,

As risas cuidando,

Presentes ingénuos;

Unha dobre palabra ceibada,

Con pérfido intento,

Nos pasa de súbito,

Cal folla de ferro,

Que fora temprada,

Nas augas do inferno!

(Pondal, Queixumes, 1886, p. 205)

Para Dionisio Pereira, com a minha solidariedade.

 

Eu, no meu lar não grande, na chaira vasta de Castela, rodeado com os meus poucos livros e papéis, ocupado em alfabetizar-me apenas, desenganado do mundo e dos seus falsos discretos, acreditava que já escuitara tudo a respeito da história inexistente da minha pátria; que já se dissera com néscia vaidade e ridículo orgulho tudo quanto era possível como provocação contra dos nossos artistas e historiadores, que a justiça e a prensa local já evidenciaram todo o seu catálogo de esperpento feixista para fazer rir os poderosos e lograr sítio na sua farta mesa.

Em pouco tempo vejo que de vária parte a vaidade, a ignorância, o pouso franquista confundido com tradição e a barbárie continuada cercou a nossa cativa cultura até extremos de sobradar as poucas cousas grandes e boas e belas que temos, as que nos permitem manter em pé de igualdade com qualquer outra nação do mundo, o nosso direito a existir senlheiros. Direito ganho com humildade, esforço, trabalho, memória, arte e erudição.

Mas não, o hino da minha pátria obscura é tocado ligeiro no cenário -mais uma vez ridiculista- que devia ser o da sua soberania e não olho ninguém chorar. Ninguém a tremer. Apenas silêncio. E algum se indigna, mas o povo, que eu vejo chorar e muito, perde a esperança.

Estranho, pois quanto se emociona um –isso me disse o meu avô apertando meu braço adolescente – quando é atingido polos primeiros acordes da música do nobre Veiga. Em momento solene, nalgum dia de sol e festa em alegre companhia, nalguma sala de teatro de qualquer lugar do mundo, contra a autoridade, em franca camaradagem.

Tenho visto chorar muita gente ao sentir as primeiras notas do hino galego, lá e em muita parte, nos setenta, oitenta, noventa: na Havana, em Chicago, em Montevideu, em Buenos Aires, em Zurique. Cantado, escuitado em fitas gastas, em orquestras populares ou desentoando contra a policia. E mais ainda em memórias que não eram minhas.

Mas, na minha vida ouvi tocar o nosso hino como num serão luminoso em companhia de Xosé Maria Dobarro. “Apenas metal e vento”-disse ele admirado- vibrantes desde as partituras originais, rumoroso e levantando brisa como num meigalho antigo, nos poeirentos salões, como ruínas das velhas nações poderosas, do Centro Galego da Havana. Era 1995 e o meu carão erguia-se, lançal ainda os anos, de olhos estrelecidos como bágoas, Antón Garcia Antón, mestre gratuito, galego mambi, revolucionário de primeira hora, custódio de vagas memórias não cumpridas.

Não compreendereis a dignidade da música de Pascual Veiga, senão quando caminhando em ócio agradável o passeio Marti, vejais emergente ante os vossos olhos impregnados de tanto azul e verde, entre cheiros infinitos e seres festivos, a mole branca de memória marmórea, levantada a pulso polos filhos saudosos da Galiza.

Dificilmente atingireis a sua delicada harmonia entanto não contempleis o pôr-se em pé, rumorosos como as ondas, dos velhos galeguistas, dos velhos comunistas, dos velhos libertários, dos velhos republicanos, dos velhos antifascistas, dos exilados sem mais que restam, e dos seus filhos e poucos netos em pacto, em qualquer auditório de Buenos Aires ou Montevideu, na Crunha e em Vigo também.

Mal podereis interpretar esses acordes entanto não sintais aquela doce música percorrer os corpos daqueles que emigraram por pão noutras terras.

Mas não vos importa. Não vos importa nada. Se mudamos governo foi especialmente para livrar-nos de que as nossas elites políticas continuem a gastar os nossos dinheiros em caprichos ridículos e a estender o nepotismo como jeito de controlo do mundo académico e intelectual. Para ter direito à crítica e à memória.

Se também nesta mudança não há qualquer esperança, se as nossas elites culturais teimam em viver da Galiza e aproveitar-se das poucas cousas de verdadeiro valor que temos, para vender a sua arte como antes fizeram os Canitrot, os Camba, os Fernández Flórez, Manuel Casas, para felicidade de Montero Ríos e de La Voz de Galicia, que nos resta?

Como a gente do comum, que sabe a base de golpes neles e antes nos seus pais e avôs, que na Galiza há que calar e aguentar vai ter qualquer uma esperança se ninguém olha, nem já canta para eles. Se depois de tanta mudança, ao final as elites políticas continuam alheias à problemática local, que se deve tratar directamente e em submissão evidente com o cacique de turno.

E as que deviam ser as nossas elites intelectuais, políticas e artísticas, em vez de continuar as vozes heróicas de Rosalia, Curros ou Pondal, teimam nessa burla indigna, dissimulam nessas brincalhadas perversas das que gostam os poderosos.

Isto chegara para encher de abatimento qualquer nação que não for a nossa, afeita aos paus como os trabalhos.

Desde há certo tempo considero que na cultura galega em geral (o que se percebe em plataformas como ANT, Vieiros ou Tempos e descaradamente nas instituições e editoras) se consolida cada vez mais como cultura o que apenas é amiguismo e nepotismo intelectual, covardia e dependência submissa. Ausência de crítica, pois a crítica castiga-se na caixa do pão, não em réplica. Isso que o fraguismo consolidou de velhos restos mediático-ambientais que sempre nos frenaram. E agora não há quem o desmonte.

Vejo com espanto como o Estado não só não toma da sua mão a reabilitação da memória (já que da reparação e da justiça não ousa nem falar) como não informa os legítimos herdeiros e os milhares de vítimas sobre documentação privada e informação que se agocha ilegitimamente nos arquivos públicos.

A película montada arredor de Dionísio Pereira –como advertência para todos- me confirma como as cousas estão. Entanto ele fica em questão e obrigado a passar perante os juízes (dos que hei espanto) vejo à cultura e política galega olhar para qualquer parte a aparentar que fazem e debatem, mas apenas sem objectivo, a roubar ideias, copiar textos e continuar misturando tópicos e néscia erudição. E prometem reunidos em congressos que nada achegam, inaugurando permanentemente saraus e dizem que fazem –fume- para resgatar a memória.

E ainda tenho que ler Xabier Cid em Vieiros dizendo parvoíces sobre aquele feixista impune de Manuel Fraga e chamando protofascistas várias estrofes de Pondal que se cantam no nosso hino.

O silêncio e o abandono de crítica durante a época Fraga tem produzido uns efeitos secundários na inteligência galega irreversíveis. Os escassos opinadores e opiadores continuam a querer fazer parte dos que defendem que os intelectuais da Galiza fazem bem vivendo da nossa cultura (não para a nossa cultura) e seguindo o jogo, as chorradas e caprichos perversos da nossa classe política dependente desde os tempos remotos de Gelmírez.

Share
Standard

19 thoughts on “Sur le citoyen Pondal e o direito à memória crítica

  1. Sra. Clark: a repostería e os estilos sexuais nada teñen a ver cos temas presentes. Procure entrar con comentarios máis oportunos e abstéñase de inocular o seu pus neste blogue.
    Ernesto: debido ao tamaño e á calidade do escrito resolvo darche contestación ao teu último fóra dos comentarios. Até para que sexa confidencial.

  2. Sra. Clark: a repostería e os estilos sexuais nada teñen a ver cos temas presentes. Procure entrar con comentarios máis oportunos e abstéñase de inocular o seu pus neste blogue.
    Ernesto: debido ao tamaño e á calidade do escrito resolvo darche contestación ao teu último fóra dos comentarios. Até para que sexa confidencial.

  3. Sra. Clark: a repostería e os estilos sexuais nada teñen a ver cos temas presentes. Procure entrar con comentarios máis oportunos e abstéñase de inocular o seu pus neste blogue.
    Ernesto: debido ao tamaño e á calidade do escrito resolvo darche contestación ao teu último fóra dos comentarios. Até para que sexa confidencial.

  4. Ernesto Vázquez Souza says:

    Obrigado caros, é um prazer e uma honra escrever com vós. É como andar polo Filhoa.

    Agora, eu não sou nem um dicionário, nem um historiador, sou um filólogo que não trabalha em nada relacionado com isso.

    Alfredo escreves:
    “Porén, pretendendo dar opcións para unha situación sociocultural vir a ter lugar, cais serían os camiños válidos para esta mellora? No curto prazo, é claro.”

    Eu disso nada sei. A curto prazo não sei pensar. Penso a longo e a imediato.

    Eu do que faça ou possa fazer o pessoal nada sei. E não acho que a minha opinião tenha qualquer valor. Mas já que perguntas hei-che dizer que penso eu fazer.

    A imediato e para mim considero que só há um caminho: insubmissão total com o mundo cultural, político e institucional existente.

    Reaprender galego direito de uma vez, aproveitando os recursos e deixar-nos deste constante diletantismo e dependência de umas instituições chefiadas por pessoal excessivamente prudente ou que aspira unicamente a encher o bandulho ou a ser algo na sua aldeinha (ou tudo de vez). Criar de uma vez um modelo estável para o meu galego, na lusofonia, mas próprio e mui galego.

    Deixar de aceitar este discurso de nos laiar tanto, de lamentar-nos por estarmos no buraco em que nós mesmos nos metemos, esquecer isso de tratar de recuperar um espaço social, cultural e de normalidade impossível e com as regras, humor e jeitos de Espanha.

    Volver ao ponto de partida, apoiar a criação de pequenas plataformas locais ou na rede, de carácter associativo independentes (de sindicatos, partidos, instituições) cousas pequenas, mas importantes que reafirmem os ânimos e favoreçam a comunicação. Disto sempre saem projectos.

    Avaliar as poucas cousas que se podem fazer desde os recursos escassos e dinheiros particulares e fazer às cousas ao nosso jeito com dignidade, esperança, projecto de futuro e pensando em global.

    Ajudar a redireccionar tudo o que resta (que ainda é muito) cara a Lusofonia através da rede, para entroncar o nosso jeito de falar e escrever num espaço onde o humor, os ritmos da nossa fala, onde as metáforas sejam comuns e não marcianas.

    Eu tenho claro que no mundo ao que imos, em que a rede esmigalha, por contraste, toda ideologia e ideia escolar nacionalista, o jeito tradicional galego: cepticismo, universalismo, tolerância, civilização, laicismo, mundaneidade e curiosidade é perfeitamente válido (para mim polo menos).

    Saúde

  5. Ernesto Vázquez Souza says:

    Obrigado caros, é um prazer e uma honra escrever com vós. É como andar polo Filhoa.

    Agora, eu não sou nem um dicionário, nem um historiador, sou um filólogo que não trabalha em nada relacionado com isso.

    Alfredo escreves:
    “Porén, pretendendo dar opcións para unha situación sociocultural vir a ter lugar, cais serían os camiños válidos para esta mellora? No curto prazo, é claro.”

    Eu disso nada sei. A curto prazo não sei pensar. Penso a longo e a imediato.

    Eu do que faça ou possa fazer o pessoal nada sei. E não acho que a minha opinião tenha qualquer valor. Mas já que perguntas hei-che dizer que penso eu fazer.

    A imediato e para mim considero que só há um caminho: insubmissão total com o mundo cultural, político e institucional existente.

    Reaprender galego direito de uma vez, aproveitando os recursos e deixar-nos deste constante diletantismo e dependência de umas instituições chefiadas por pessoal excessivamente prudente ou que aspira unicamente a encher o bandulho ou a ser algo na sua aldeinha (ou tudo de vez). Criar de uma vez um modelo estável para o meu galego, na lusofonia, mas próprio e mui galego.

    Deixar de aceitar este discurso de nos laiar tanto, de lamentar-nos por estarmos no buraco em que nós mesmos nos metemos, esquecer isso de tratar de recuperar um espaço social, cultural e de normalidade impossível e com as regras, humor e jeitos de Espanha.

    Volver ao ponto de partida, apoiar a criação de pequenas plataformas locais ou na rede, de carácter associativo independentes (de sindicatos, partidos, instituições) cousas pequenas, mas importantes que reafirmem os ânimos e favoreçam a comunicação. Disto sempre saem projectos.

    Avaliar as poucas cousas que se podem fazer desde os recursos escassos e dinheiros particulares e fazer às cousas ao nosso jeito com dignidade, esperança, projecto de futuro e pensando em global.

    Ajudar a redireccionar tudo o que resta (que ainda é muito) cara a Lusofonia através da rede, para entroncar o nosso jeito de falar e escrever num espaço onde o humor, os ritmos da nossa fala, onde as metáforas sejam comuns e não marcianas.

    Eu tenho claro que no mundo ao que imos, em que a rede esmigalha, por contraste, toda ideologia e ideia escolar nacionalista, o jeito tradicional galego: cepticismo, universalismo, tolerância, civilização, laicismo, mundaneidade e curiosidade é perfeitamente válido (para mim polo menos).

    Saúde

  6. Ernesto Vázquez Souza says:

    Obrigado caros, é um prazer e uma honra escrever com vós. É como andar polo Filhoa.

    Agora, eu não sou nem um dicionário, nem um historiador, sou um filólogo que não trabalha em nada relacionado com isso.

    Alfredo escreves:
    “Porén, pretendendo dar opcións para unha situación sociocultural vir a ter lugar, cais serían os camiños válidos para esta mellora? No curto prazo, é claro.”

    Eu disso nada sei. A curto prazo não sei pensar. Penso a longo e a imediato.

    Eu do que faça ou possa fazer o pessoal nada sei. E não acho que a minha opinião tenha qualquer valor. Mas já que perguntas hei-che dizer que penso eu fazer.

    A imediato e para mim considero que só há um caminho: insubmissão total com o mundo cultural, político e institucional existente.

    Reaprender galego direito de uma vez, aproveitando os recursos e deixar-nos deste constante diletantismo e dependência de umas instituições chefiadas por pessoal excessivamente prudente ou que aspira unicamente a encher o bandulho ou a ser algo na sua aldeinha (ou tudo de vez). Criar de uma vez um modelo estável para o meu galego, na lusofonia, mas próprio e mui galego.

    Deixar de aceitar este discurso de nos laiar tanto, de lamentar-nos por estarmos no buraco em que nós mesmos nos metemos, esquecer isso de tratar de recuperar um espaço social, cultural e de normalidade impossível e com as regras, humor e jeitos de Espanha.

    Volver ao ponto de partida, apoiar a criação de pequenas plataformas locais ou na rede, de carácter associativo independentes (de sindicatos, partidos, instituições) cousas pequenas, mas importantes que reafirmem os ânimos e favoreçam a comunicação. Disto sempre saem projectos.

    Avaliar as poucas cousas que se podem fazer desde os recursos escassos e dinheiros particulares e fazer às cousas ao nosso jeito com dignidade, esperança, projecto de futuro e pensando em global.

    Ajudar a redireccionar tudo o que resta (que ainda é muito) cara a Lusofonia através da rede, para entroncar o nosso jeito de falar e escrever num espaço onde o humor, os ritmos da nossa fala, onde as metáforas sejam comuns e não marcianas.

    Eu tenho claro que no mundo ao que imos, em que a rede esmigalha, por contraste, toda ideologia e ideia escolar nacionalista, o jeito tradicional galego: cepticismo, universalismo, tolerância, civilização, laicismo, mundaneidade e curiosidade é perfeitamente válido (para mim polo menos).

    Saúde

  7. Ernesto, a profundidade do sentimento exprimido é impactante, e os argumentos revelan a superficialidade de moitos compromisos publicitados nesta sociedade. Porén, pretendendo dar opcións para unha situación sociocultural vir a ter lugar, cais serían os camiños válidos para esta mellora? No curto prazo, é claro. Ti mesmo argumentas que os nosos mellores valores do Rexurdimento foron xente cultivada que promovía estratexias e aproveitaba recursos. Isto é para min o asunto fulcral, que recoñezo merecería un espazo maior que o oferecido polas seccións de comentarios.

  8. Ernesto, a profundidade do sentimento exprimido é impactante, e os argumentos revelan a superficialidade de moitos compromisos publicitados nesta sociedade. Porén, pretendendo dar opcións para unha situación sociocultural vir a ter lugar, cais serían os camiños válidos para esta mellora? No curto prazo, é claro. Ti mesmo argumentas que os nosos mellores valores do Rexurdimento foron xente cultivada que promovía estratexias e aproveitaba recursos. Isto é para min o asunto fulcral, que recoñezo merecería un espazo maior que o oferecido polas seccións de comentarios.

  9. Pedro Casteleiro says:

    Sinceramente, embora pareça uma conjura, me uno aos parabéns dados polo Chíqui e o Ramiro ao Ernesto Vázquez Souza, a quem expresso gratidão polos tão fundamentados textos que de há tanto tempo venho a ler.

  10. Pedro Casteleiro says:

    Sinceramente, embora pareça uma conjura, me uno aos parabéns dados polo Chíqui e o Ramiro ao Ernesto Vázquez Souza, a quem expresso gratidão polos tão fundamentados textos que de há tanto tempo venho a ler.

  11. Pedro Casteleiro says:

    Sinceramente, embora pareça uma conjura, me uno aos parabéns dados polo Chíqui e o Ramiro ao Ernesto Vázquez Souza, a quem expresso gratidão polos tão fundamentados textos que de há tanto tempo venho a ler.

  12. Ramiro says:

    Uno-me à felicitação do Chíqui por incorporar neste blogue a um autêntico dicionário vivo da cultura galega dos séculos XIX e XX. Lembro uma sua magistral palestra num acto do Facho em homenagem a Castelao (acho que no 1999) e confesso-me leitor seu, tanto dos livros publicados como das suas intervenções através da aranheira.
    Bem-vindo, pois, a este caminho partilhado.

  13. Ramiro says:

    Uno-me à felicitação do Chíqui por incorporar neste blogue a um autêntico dicionário vivo da cultura galega dos séculos XIX e XX. Lembro uma sua magistral palestra num acto do Facho em homenagem a Castelao (acho que no 1999) e confesso-me leitor seu, tanto dos livros publicados como das suas intervenções através da aranheira.
    Bem-vindo, pois, a este caminho partilhado.

  14. José António Lozano says:

    Graças, Ernesto, pelo teu belo e justo texto. É uma ledice contar contigo no “Levantador de minas”. Uma aperta, também para o Alfredo, que está a fazer deste blogue algo extraordinário.

  15. José António Lozano says:

    Graças, Ernesto, pelo teu belo e justo texto. É uma ledice contar contigo no “Levantador de minas”. Uma aperta, também para o Alfredo, que está a fazer deste blogue algo extraordinário.

  16. Ernesto says:

    Por certo, o acto aquele da Havana organizara Luis G. Tosar, quem de seguro conte muito melhor.

    Fora com motivo das LETRAS GALEGAS e lembro que ele, de “guayabera”, apresentara a orquestra e acto com um discurso no alto estilo oratório de um Otero Pedrayo ou Suárez Picallo.

    Mas isso deixo para as minhas memórias.

    Saúde

  17. Ernesto says:

    Por certo, o acto aquele da Havana organizara Luis G. Tosar, quem de seguro conte muito melhor.

    Fora com motivo das LETRAS GALEGAS e lembro que ele, de “guayabera”, apresentara a orquestra e acto com um discurso no alto estilo oratório de um Otero Pedrayo ou Suárez Picallo.

    Mas isso deixo para as minhas memórias.

    Saúde

Comments are closed.