Alfredo Ferreiro, Lusofonia, Poesia

Segunda crítica de Metal central

«[…] Obra forjada com férreo labor – nascida, aliás, de uma árdua experiência pessoal do poeta, que durante quatro anos conheceu de perto a “grande caldeira / de ruído e de sombras” – , Metal central consolida Alfredo Ferreiro como um autor capaz de desenvolver um projeto ambicioso de forma consistente, algo notável sobretudo pela solidez que atravessa a obra: os diversos poemas do livro articulam-se e operam juntos, como azeitadas engrenagens de um livro-máquina. Recusando o fragmentário, o poeta fabrica versos que, ásperos e agudos, traspassam e cortam a fundo a nossa metálica – porque humana – carne.» (Ler artigo completo de Henrique Marques-Samyn)

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