Breves, Colaborações:, Língua

Teresa Barro (Sermos Galiza): […] A Real Academia Galega está actuando como se non entendese que unha normativa non pode virar unha dogmativa, que normas e dogmas non son a mesma cousa e que as normas sempre se poden mudar e cuestionar porque non hai nengunha verdade ¨relixiosa¨ por detrás delas. Pensar que un determinado enfoque e unha determinada normativa da língua galega son sagrados e non se poden nen discutir é mais proprio dunha secta que dunha institución que non pode estar para dictar, expulsar, proclamar dogmas e aupar santos. E moito menos para perxudicar a Galiza con comportamentos que a deshonran e a fan parecer atrasada.

Share

«Unha normativa non pode virar unha dogmativa»

Citação

Luis Serguilha na Corunha 2017

Share
Alfredo Ferreiro, Breves, Colaborações:, Colóquios, Poesia

“No pasmo da inutilidade”: conversa com o poeta Luís Serguilha

“No pasmo da inutilidade”: conversa com o poeta Luís Serguilha. Com a participação de Tiago Alves Costa e Alfredo Ferreiro. Na livraria Sisargas da Corunha.

Share
Imagem
Galiza e Portugal qual fronteira A
Alfredo Ferreiro, Breves, Colaborações:, Colóquios, Lusofonia

Galiza e Portugal qual (quais) fronteira (s)? ~ Debate no Porto

São muitas as interrogantes que uma pergunta assim faz remexer no miolo. Até porque há muito que não posso deixar de pensar “quais as fronteiras da Galiza?”. E não só a respeito de Portugal, essa irmã gémea que se criou sem as tutelas opressoras do colonizador Reino de Castela, mas a respeito do mundo. Porque para emigrar a Galiza não teve fronteiras, mas para crescer orgulhosa de seu corpo e espírito, livre de normas e preconceitos aniquiladores, é que sempre encontrou obstáculos por toda a parte. Há uma questão de psicologia social, se calhar, que talvez deve ser abordada de um novo modo. É isto uma intuição ou uma necessidade deduzida da queda incontestável da sua cultura? Deixo uma versão para as mentes espiritualistas e outra para as racionalistas.

A Galiza precisa de Portugal, porque é nele que se conserva um sangue compatível para uma imprescindível transfusão. Portugal não sei que é que precisa, mas não assumir seu passado galego será reconhecer que existe um trauma ou um problema identitário sem resolver. Hoje sabemos, depois de ser-nos ocultado por séculos sem conta, que a Galiza medieval, a visigótico-sueva, a romana e a celta é um território vivencial transminhoto que só nos corresponde reivindicar se o honramos fazendo-nos merecedores de seu legado. Um tesouro por descobrir, e talvez a chave de um futuro que até agora nos foi vedado. Continue reading

Share
Standard
Alfredo Ferreiro, Breves, Colaborações:, Plástica, Poesia

PAN ~ Encontro e Festival Transfronteiriço de Poesia, Património e Arte de Vanguarda

Por cortesia do amigo António Sá Gué, editor (Lema d’ Origem) e escritor conhecido no âmbito das atividades de Cultura que Une 2016, na Arca da Noe em Vilar de Santos, este ano terei a honra de participar numa das ramas deste extraordinário festival (PDF). Corpos tivéssemos mesmo para acudir a vila salamanquense de Morille (PDF)!

Share
Standard