Raias Poéticas 2017: Luís Serguilha

No passado fim de semana tive a oportunidade de participar no Raias Poéticas ~ Afluentes Ibero-Afro-Americanos de Arte e Pensamento fazendo parte de uma delegação galega composta por Ramiro Torres, Teresa Moure e Tiago Alves Costa. Este é o primeiro do cinco vídeos que compõem o nosso contributo plural.

Este evento nasceu, segundo as palavras o produtor e coordenador do evento o poeta Luís Serguilha, há seis anos para
«_________potencializar a criatividade artística, o pensamento como experiência dançante, a interrelacionalidade, a sismologia das sensações, as mutabilidades, as correntezas transfronteiriças das línguas poéticas ibero-afro-americanas, os movimentos giratórios da interrogação estética
_________aproximar a diversidade, as forças das resistências-vivas, as geografias do nomadismo, as intensidades migratórias, as heterogeneidades dos fluxos cortantes.
_________ecoar as multiplicidades, as redobras, a profusão das diferenças, os espelhos dos entre-cruzamentos, criando uma zona de vozes singulares, vozes-devires________holomovimento antecipador da vida.»

{Palavra Comum}

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Letras Galegas 2017 (4): "No caminho das artes"

No próximo sábado 20 de maio participaremos no “No caminho das artes”, um encontro com as artes entre gentes da Galiza e Portugal (música, escultura poesia, e pintura) no Museu “Terra de Melide” e na Capela de Sto. António em Melide. Mais uma oportunidade para desfrutar de natural irmadade galego-portuguesa em companhia d@s amig@s melidenses.

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Día das Letras Galegas (2&3)

«Semana das #letrasgalegas con actividades e dentro da programación cultural do Concello da Coruña
A Libreria Formatos súmase coa seguinte axenda:

Mércores 17, ás 12:30h.
• Xavier Alcalá achéganos a figura de Carlos Casares.
• Recital poético con #PedroCasteleiro, #EstibalizEspinosa e #XavierSeoane.

Xoves 18, ás 19:45h
• Presentación do novo título da editorial Figurandorecuerdosedicions, “#AAlquitara” de #Troubs, na primeira traducción ó galego. Presentación a cargo do escritor #SéchuSende e a editora #rosaespiñeirapan.
• Inauguración da exposición “A Alquitara” con reproduccións en gran formato da obra deste recoñecido pintor/debuxante/creador francés e proxección.»Letras Galegas 2017 Bitacora

* * *

«Hoxe às 21:00 – 22:30, no BITÁCORA Santa Cristina (Avda. das Américas, 55, 15172 Santa Cristina, Galicia, Spain) queremos celebrar o día das Letras Galegas cun acto festivo e multidisciplinar. Queremos achegar dun  xeito ameno a nosa cultura á xente. E para iso nada mellor que facer un recital de poesía, unha charla sobre narrativa e todo acompañado da fantástica música de Carla López (Mielitza). Estades tod@s convidad@s ;-)».

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Letras Galegas 2017 (1)

Começa uma rica semana em eventos culturais em volta da celebração das Letras Galegas 2017. Hoje e amanhã andaremos polo meu antigo bairro corunhês, a Cubela (entre a Gaiteira e a Estação de Autocarros). Colaboraremos com o nosso querido livreiro Suso da livraria Azeta e andaremos a falar de literatura e a recitar poesia acompanhados dalguns dos maiores vultos da literatura actual, também vizinhos muito prezados. Este é o programa:

Azeta Letras Galegas 2017 B

Azeta Letras Galegas 2017 A
A inciativa do Concelho da Corunha, tão louvável (cfr. Programa Dia das Letras 2017 A Corunha) divulgou-se com este vídeo:

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Mesa redonda “A Nosa Cinza, en cómic”

Mesa redonda A Nosa Cinza em banda desenhada

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Apresentação de “Ágora”, de Samuel Pimenta

Apresentação do livro Ágora na livraria Sisargas da Crunha (Galiza), com Pedro Campos (música e voz), Iolanda Aldrei, Pedro Casteleiro e o próprio Samuel Pimenta.

{Palavra Comum}

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Galiza e Portugal qual (quais) fronteira (s)? ~ Debate no Porto

São muitas as interrogantes que uma pergunta assim faz remexer no miolo. Até porque há muito que não posso deixar de pensar “quais as fronteiras da Galiza?”. E não só a respeito de Portugal, essa irmã gémea que se criou sem as tutelas opressoras do colonizador Reino de Castela, mas a respeito do mundo. Porque para emigrar a Galiza não teve fronteiras, mas para crescer orgulhosa de seu corpo e espírito, livre de normas e preconceitos aniquiladores, é que sempre encontrou obstáculos por toda a parte. Há uma questão de psicologia social, se calhar, que talvez deve ser abordada de um novo modo. É isto uma intuição ou uma necessidade deduzida da queda incontestável da sua cultura? Deixo uma versão para as mentes espiritualistas e outra para as racionalistas.

A Galiza precisa de Portugal, porque é nele que se conserva um sangue compatível para uma imprescindível transfusão. Portugal não sei que é que precisa, mas não assumir seu passado galego será reconhecer que existe um trauma ou um problema identitário sem resolver. Hoje sabemos, depois de ser-nos ocultado por séculos sem conta, que a Galiza medieval, a visigótico-sueva, a romana e a celta é um território vivencial transminhoto que só nos corresponde reivindicar se o honramos fazendo-nos merecedores de seu legado. Um tesouro por descobrir, e talvez a chave de um futuro que até agora nos foi vedado. […] Ler mais

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Carlos Pazos-Justo no Culturgal: A imagem da Galiza em Portugal

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