Teresa Barro: «Un galego ríxido e acartoado, como unha tradución mal feita do castelán»

Trecho do artigo “A historia do galego”, de Teresa Barro, publicado no seu blogue pessoal Desde Albión para Galiza em 23 de novembro de 2016. […]

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Manifesto "O fim do Apartheid"

Rosa Parks Bus

Manifesto “O fim do Apartheid”. […]

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Próxima estação: galego-português

«Próxima estação: galego-português é uma proposta de viagem para o nosso idioma onde mais do que nunca trasladar-se implica transformar-se.

Uma viagem à procura do galego-português é comprovar que temos uma língua com a que podemos deslocar-nos miles de quilómetros por terra, mar e ar, por barco, bicicleta ou zepelim a Pernambuco, Rio de Janeiro, Porto, Luanda, Dili, Fonsagrada e Compostela, sempre que a nossa alfândega mental nos conceda uma passagem.

Em Próxima estação: galego-português precisamos pouca bagagem: apenas se nos permitirá um afinador de ouvido, um bom sentido musical para comunicar e uma imensa curiosidade como bússola.

À Próxima estação: galego-português chega-se também com a imaginação e as palavras. Só através delas atravessaremos os mundos criados por Fernando Pessoa, Sophia de Mello, Clarice Lispector, Pepetela, Rosalia de Castro e Mia Couto. Mundos que partilham todo um planeta – o NH- muito antes de que o vagão chegue o seu destino.

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<em>Esplendor arcano</em>: Licuacións na materia

Lino García Salgado: «Por veces falar de poesía leva consigo determinados riscos, afortunadamente nada dramáticos, sobre todo á hora de enfocar a súa lectura ou no xeito no que determinados autores e autoras quedan encadrados en adxectivos tan esplendorosos dos que é difícil fuxir. Ramiro Torres escribe poesía surrealista, tal e como se desprende da súa propia definición ao formar parte do colectivo de escritores surrealistas galegos, mais… quizais isto non sexa o importante, non para el senón para quen tivemos a oportunidade de gozar dos seus poemas dende un punto de vista máis aséptico e acabamos descubrindo un mundo líquido que navega polos nosos interiores a pouco que nos deixemos.

Fóra dos retrousos típicos e tópicos teremos que devolver as formas aos seus comezos, tal e como sinala Ramiro en parte dun poema de Esplendor Arcano. E como de xerme vivimos tamén dos seus versos podemos respirar en plenitude unha chuvia variada de vocabulario tan diverso como ben empregado dando apertura, en case todo o libro, a historias paralelas que semellan competir nunha carreira de fondo para ver quen chega antes ao padal do/a lector/a. Pero non soamente somos illas senón fontes bravas de materia configurando esa materia do universo que é a nosa medula sen dividir a parte máis vexetal da ósea. Perpetuar os hábitos encol da imaxinación nutre o perfil arcano que temos e no que Ramiro incide dun xeito valente e decidido, onde se recobra a efervescencia natural que nos fai sacudir de frío as arterias obstruídas dando paso á beleza desa ascendencia solar da que nos fala.

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Bom Natal e melhor Ano Novo 2015

Agradecemos imenso todos os postais recebidos e mandamos um abraço fraterno para tod@s!

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<em>Transcendência</em>, música de Nenoescuro e poema de Ramiro Torres

Transcendência, música de Nenoescuro e poema de Ramiro Torres […]

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Mural Urbano Lugris

Mural Urbano Lugris […]

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Deslize (música e vídeo) e Ramiro Torres (poema)

Esta é primeira colaboração inter-artes Galiza – Portugal, A Besta e Revista Palavra Comum, com música de DESLIZE (Hélder José e João Sousa) e poema de Ramiro Torres (do seu livro Esplendor Arcano, publicado no Grupo Surrealista Galego). O vídeo é de João Sousa (com a colaboração de Ana Sêrro). […]

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Nuno Viegas (fotografia), Ramiro Torres (poema) e Deslize (música), com João Sousa e Hélder Azinheirinha

Esta foto provém de O Pára-quedas de Ícaro, de Nuno Mangas-Viegas.

O mundo divide-se em pequenas fendas iluminadas desde dentro por um mesmo animal subterrâneo, como uma brancura súbita nascendo no centro do olho ao começo da noite que sangra entre as pálpebras e o insólito. Somos músicas desterradas, ilhas fulgurando nas mãos estranhas a qualquer tacto, caminho desfazendo-se aos nossos pés até ser cosmografia de um universo recriado como nomes dançantes na espiral de uma ingravidez absoluta.

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