Carlos Pazos-Justo no Culturgal: A imagem da Galiza em Portugal

A imagem da Galiza em Portugal por Carlos Pazos-Justo

Apresentação no Culturgal 2016 do livro de Carlos Quiroga A imagem de Portugal na Galiza, editado pela Através Editora. Apresentou Tiago Alves Costa. […]

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Carlos Quiroga no Culturgal: A imagem de Portugal na Galiza

A imagem de Portugal na Galiza por Carlos Quiroga

Apresentação no Culturgal 2016 do livro de Carlos Quiroga A imagem de Portugal na Galiza, editado pela Através Editora. Apresentou Tiago Alves Costa. […]

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Confluência de corações

A Associaçom Galega da Língua (AGAL) aprovou dia 3 em assembleia o texto que recolhe a confluência das duas tradiçons normativas que coexistiam no reintegracionismo, que a partir de hoje contará com umha única proposta ortográfica e morfológica. […]

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Tolerância gráfica no certame literário de Arteijo

logo Certame Manuel Murguia de Arteijo

Convoca-se o 25 Certame de Narracions Breves Manuel Murguia de Arteijo, aberto como sempre à liberdade criadora sem censura gráfica. […]

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Inessa Armand e Lenine, cheios de vida

Vídeo de Inessa Armand (Teresa Moure) & Lenine (Suso Sanmartin) na promoção do romance ‘Ostrácia’, de Teresa Moure (Através Editora) no contexto do Culturgal 2015. Entrevista, gravação e edição de Alfredo Ferreiro para a revista Palavra Comum ~ Artes e letras da lua nova. […]

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«Galego em liberdade»

O subtítulo desta campanha é «Contra a discriminaçom que sofrem as pessoas reintegracionistas», e resulta, ao meu modo de ver, pouco ambicioso e limitadamente libertário. Acho que o objetivo melhor havia de ser «Contra a discriminação gráfica que sofre a língua galega», para assim libertá-la de qualquer aroma de conflito, algo que pesa como um persistente lastro na dignidade da luita galeguista. Tenho para mim que só uma normativa compatível com a história e o mundo lusófono que nasceu a partir dela poda ser realmente útil, mas não por isso gosto da ideia de renunciar a galeguismos que não logram desvincular-se suficientemente da realidade espanhola que nos envolve.

Contudo, apoio a campanha porque a impassibilidade evidentemente não aproveita e a sua intenção é positiva: «A Associaçom Galega da Língua (AGAL) promove a campanha «Galego em liberdade» para combater a discriminaçom que sofrem as pessoas reintegracionistas. O detonante da campanha foi a denúncia pública do escritor Vítor Vaqueiro, desqualificado num certame literário por causa da sua escolha normativa, isto é, por considerar o galego algo inseparável do português.

Segundo o presidente da AGAL, Miguel R. Penas, «por desgraça, nom estamos diante de um único caso». Da veterana associaçom, com mais de trinta anos de trabalho, asseguram que se trata de «umha prática demasiado habitual» e reprovam que na Galiza do século XXI continue a haver certames que discrimine a participaçom de reintegracionistas só «por puros motivos ideológicos».

Porém, também se dá o caso contrário, assinala Penas, o de «vários prémios que se centram realmente na qualidade literária das propostas e nom na ortografia» […] {Ler mais e assinar no Portal Galego da Língua}

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O novo Culturgal, agora atendendo a lusofonía

«A Feira das Industrias Culturais galegas abre mañá no Pazo da Cultura de Pontevedra como o gran fogar da cultural galega, coas portas e ventás abertas para toda a sociedade. Constitúe un espazo de construción colectiva con todas as súas estancias -o salón, o patio, o faiado, a recámara, o cuarto dos nenos e os corredores- cheas de música, literatura, creación audiovisual, artes escénicas, deseño e novas tecnoloxías; unha mostra da unión sectorial e da solidez profesional da nosa cultura. Con horario de 11h a 21h e de acceso gratuíto, ata o domingo 28 ofrecerá a posibilidade de gozar de máis de 150 horas de actividades programadas. […]»

Vía Culturgal.

«A Associaçom Galega da Língua (AGAL) estará presente na ediçom do Cultural mais virada para a Lusofonia, de 26 a 28 de novembro. A presença da entidade reintegracionista será mediante duas marcas criadas neste ano, a ATRAVÉS|EDITORA e a loja Imperdível, ambas apostas estratégicas da associaçom.

Mercê a estes dous projetos complementares, agora realidades consolidadas, o público que se aproximar ao stand agálico poderá conhecer de primeira mão as novidades editoriais, assinadas por poderosos nomes como os de Carlos Taibo, Ugia Pedreira, ou Séchu Sende, sem esquecer a pertinente olhada a clássicos como Castelão, ou ao magnífico trabalho da Comissom Lingüística da AGAL. […]»

Vía A AGAL estará presente no Culturgal mais virado para a Lusofonia.

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