Carlos Quiroga no Culturgal: A imagem de Portugal na Galiza

A imagem de Portugal na Galiza por Carlos Quiroga

Apresentação no Culturgal 2016 do livro de Carlos Quiroga A imagem de Portugal na Galiza, editado pela Através Editora. Apresentou Tiago Alves Costa. […]

Share

Entrega do Certame Manuel Murguia 2016

certame manuel murguia de arteixo vencedores 2016 por nifunifa 1000px

Vídeo sobre o evento de publicação do ditame e entrega de prémios do “Certame de narracións breves Manuel Murguía” de Arteijo. […]

Share

Vencedores no Certame literário de Arteijo

certame manuel murguia de arteixo vencedores 2016 por nifunifa 1000px

Prémios do 25º Certame de narracións breves Manuel Murguía de Arteixo: 1º Prémio, com 4.000 € e a publicação da obra, para o relato “Hai patios de luces tristes”, de Diego Giráldez; 2º Prémio, com 500 € e a publicação da obra, para o relato “O mérito da chuva”, de Carlos Quiroga; 3º Prémio, com 300 € e a publicação da obra, para o relato “A aranha de Sidney”, de José António Lozano. […]

Share

Finalistas do “Certame de Narracións Breves Manuel Murguía de Arteixo”

Reunido o xurado o pasado 30 de abril, a organización do Certame de Narracións Breves Manuel Murguía de Arteixo anuncia os finalistas e céntrase na cerimonia de entrega de premios que se celebrará o próximo 13 de maio, venres, ás 19:30 no Centro Cívico do Concello de Arteixo. […]

Share

Ondjaki no Culturgal

Ondjaki e Carlos Quiroga no Culturgal (Ponte Vedra – Galiza), feira das industrias culturais galegas 2015. Fotografia da apresentação da obra Os modos do mármore + 3 poemas, de Ondjaki, na chancela galega Através Editora. […]

Share

I Simpósio da «Asociación Galega da Crítica»

Armando Requeixo, Carlos Quiroga, Moncho Lemos e Isabel Mociño

A Asociación Galega da Crítica celebrou nos dias 27 e 28 de novembro o seu primeiro Simposio. No primeiro dia, em que me coubo a honra de apresentar a nossa Palavra Comum, constatou-se o valor que o trabalho crítico em suas muitas variedades tem (crítica académica, jornalismo cultural, resenhas em magazines e suplementos, prefácios, apresentações públicas, etc.) para a divulgação da literatura em geral e da infantojuvenil em particular, para o teatro, o cinema e a arte, assim como os inúmeros obstáculos que hoje sofre na hora de tentar sair à palestra.

Houvo também oportunidade de refletir sobre certas incompatibilidades que não são de recibo para dignamente defender o setor: os casos de profissionais da crítica com vínculos evidentes a determinadas chancelas editoriais e outros casos em que relações económicas diretas ou indiretas dos críticos com a indústria convertem em incerta a objetividade na valorização de certos títulos. Chegados a este ponto, teorizou-se sobre esta “objetividade” e conclui-se que na realidade constitui um procedimento argumentativo lógico ou aceitável para apresentar uma inescusável subjetividade.

Lamentou-se, do princípio ao fim, a falta de respeito e valorização do trabalho crítico nuns meios tradicionais que, se nunca fórom amáveis com a profissão, agora oferecem menos espaço e tempo que nunca para a cultura e a crítica, sendo esta última reclamada unicamente quando um produto cultural passa a ser publicitado, fato que acontece desde que os jornais estão mais ocupados como o anunciante do que com o leitor.

A Asociación Galega da Crítica fundou-se em fevereiro deste ano depois de ter aprimorado seus objetivos e procedimentos no seio da Asociación de Escritoras e Escritores en Lingua Galega, que a tinha albergado de partida. É preciso, portanto, saudar a iniciativa e desejar-lhe uma consolidação que contribua para o melhor desenvolvimento do seu lavor.

Share

Galegos no Jornal de Letras!

Há anos que sou assinante do JL e nunca como esta semana passada pude comprovar a presença de galegos no quinzenário, com uma longa entrevista a Ângelo Cristóvão e um artigo de página inteira do Carlos Quiroga. Para além de esporádicas referências à participação do mesmo Quiroga na Correntes d’ Escrita(s) da Póvoa do Varzim e outras do Elias J. Torres Feijó em representação da Associação Internacional de Lusitanistas, raro é achar nomes de galegos ou dados sobre as nossas atividades. Mas no número 1155 algo mudou, se calhar.

Foi efetivamente a Lei Paz-Andrade que pus as antenas lusas em alerta, e assim lemos o Cristóvão afirmar que a nova lei visa: «promover a língua portuguesa no sistema de ensino galego; estimular a produção e o intercâmbio de conteúdos em português nos meios de comunicação da Galiza; e integrar essa comunidade autónoma no espaço lusófono, nomeadamente na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. Eis as três principais “linhas de trabalho” da lei para o Aproveitamento da Língua Portuguesa e Vínculos com a Lusofonia, também chamada lei Paz-Andrade, aprovada, por unanimidade, no Parlamento galego, em abril passado. Um consenso “histórico” que assinala um ponto de viragem na política linguística do governo galego…».

Share

Lusofonia XXIV: o Jornal de Letras nem sempre reconhece os escritores galegos

Como assinala Praza Pública, o escritor Carlos Quiroga é o único representante do nosso país no Festival Literário da Madeira, que decorreu na passada semana em Funchal, capital deste arquipélago português. Mágoa que para o Jornal de Letras (cfr. 1109, p. 7) os escritores galegos que escrevem na língua de Camões figurem simplesmente como espanhois.

Share

Lusofonía XX: festa galega en Braga

Vieiros: «[…] Nesta segunda edición Galiza em Trânsito múdase a Braga, que ocupará este sábado 18. O evento está organizado polo Leitorado Galego do Centro de Estudos Galegos da Universidade do Minho, que a través dos seus responsábeis reivindica que a sociedade portuguesa está “aberta” á cultura galega, e apostan por iniciativas como esta, que foxen das estruturas institucionais, para potenciar a relación entre os dous países. […]»

[kml_flashembed movie=”http://www.youtube.com/v/1A6XbPl5wLs” width=”320″ height=”240″ wmode=”transparent” /]

Share