Carlos Pazos-Justo no Culturgal: A imagem da Galiza em Portugal

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Carlos Quiroga no Culturgal: A imagem de Portugal na Galiza

{Palavra Comum}

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Carlos Taibo no Culturgal: O penálti de Djukić

O penálti de Djukić de Carlos Taibo: apresentação no Culturgal 2016 (Ponte-Vedra) com Tiago Alves Costa e o autor.

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Bolcheviques 1917-2017: Teresa Moure (coord) no Culturgal

Bolcheviques 1917-2017, por Teresa Moure (coord.)«Em 2017 a Revolução Bolchevique faz 100 anos. Boa parte dos acontecimentos deste século pode interpretar-se em relação ao impacto internacional desses ideais revolucionários e à forma como se puseram em prática: alinhamento de países e guerra fria, competitividade entre o bloco socialista e o bloco capitalista, confrontados no campo ideológico mas também no tecnológico e no militar. Paralelamente, produzia-se um conflito subterrâneo que rompia as fronteiras geográficas: filosofias dissidentes introduziam esse cerne ideológico em novas esferas do pensamento; contraofensivas, como as políticas do bemestar, controlavam o avanço do socialismo em países capitalistas; conceções artísticas, símbolos e vanguardas sociais desenhavam um novo mundo. Tudo ficou alterado. Cem anos depois, a velha guarda comunista aproveitará para reivindicar o legado transformador do bolchevismo; o pensamento ultra-liberal para expor à luz alguns episódios de violência e opressão na sua face mais escura.

Este livro pretende ser o contributo galego para essa necessária revisão; uma maneira de participar neste território da Galiza na voragem, se não daqueles acontecimentos, sim da reflexão sobre o seu impacto histórico e ideológico. Bolchevismo e bolchevismo na Galiza.

Duas editoras, a Xerais e a Através, aceitaram um plano sem precedentes: construírem juntas um único livro em dois volumes, marcando uma via de confluência e de inspiração para a convivência das tradições políticas e ortográficas de quem defende neste país a vitalidade da nossa língua e do ensaio redigido nela.» [Através Editora]

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Confluência de corações

Apesar de que grande parte do sector intelectual galego continua ancorado na desídia e até numa permissiva indolência com as práticas menos democráticas herdadas do franquismo (capelinhas e “chiringuitos”, instituições feudalistas, antilusismos espanholistas, independentismos espanholeiros, oligarquias académicas, gerontocracias sempiternas, etc), na AGAL só se rende homenagem ao esforço permanente, à tolerância fraterna e ao pragmatismo libertário. É sem dúvida uma honra tamanha para mim, depois de ter colaborado durante muitos anos em diversos grupos, associações e sindicatos, fazer parte de uma irmandade em que primam a liberdade individual, as contas claras (e positivas!) e a vontade de consenso. É claro que destes corações, destas mãos e destes vímbios só podem sair os melhores cestos.

Pergunto-me, ao tempo, onde vão ir parar as “instituições oficiais” e as “melhores empresas culturais” deste país com tanta rigidez perante a mudança de paradigmas no mercado cultural a que, de resto, a cultura galega —há sessenta anos “utópica”, agora “oficial”— nunca soubo somar-se. Mas aqui estamos muitos para colaborar numa nova época em que, não pode caber dúvida, todos os recursos disponíveis devem ser aprimorados e os ombros de tod@s devem unir-se para a grande causa comum.

«A Associaçom Galega da Língua (AGAL) aprovou dia 3 em assembleia o texto que recolhe a confluência das duas tradiçons normativas que coexistiam no reintegracionismo, que a partir de hoje contará com umha única proposta ortográfica e morfológica. A Ortografia Galega Moderna convergente com o português no mundo (nome provisório) será lançada em app para telemóvel e numha wiki-faq, onde já se encontra umha primeira versom que também será editada em livro (com exercícios práticos) no próximo mês de janeiro.

Desde o nascimento do movimento reintegracionista contemporáneo, conviviam nele duas sensibilidades, com usos gráficos mais ou menos convergentes com o português no mundo. Em termos normativos, isto refletia-se no uso de duas normas independentes, cujas principais discrepáncias entre si era o uso de formas divergentes para o indefinido feminino (uma/umha) e para a terminaçom que na Galiza pronunciamos –om/-am, que havia quem escrevesse com til (ão) e quem nom (om/am).

Na prática, a confluência normativa implica umha ampliaçom das velhas normas da AGAL, que passam a incluir mais algumhas duplicidades, aquelas que estám justificadas nos usos conscientes das pessoas reintegracionistas. Ainda, dentre as duplicidades que já tinha esta norma, serám relegados alguns traços gráficos que nom se justificam no uso atual do reintegracionismo (como o ç no início de palavra ou a forma irmám acabada em –am).

O processo é em certo modo paralelo ao sofrido pola própria normativa ILG-RAG do galego em 2003, em que agora convivem as terminaçons ble-bel ou eria-aria. Com este passo, a associaçom admite que a “normativa” deve acompanhar a realidade, admitindo os usos reais, porquanto era evidente que cada vez mais reintegracionistas faziam uso de formas que nom recolhia a norma da AGAL agora ampliada.

Para a AGAL, as pequenas discrepáncias que exibiam as duas tradiçons gráficas deixaram de justificar que fossem mantidas duas normas independentes. Por isso, será divulgado um novo texto normativo de carácter orientativo que se insere na tradiçom de línguas que, como o inglês, nom contam com normas prescritivas (apenas descritivas), com duplicidades que só o uso das pessoas irá resolvendo.

Para obteres mais informaçom sobre a nova proposta ortográfica da AGAL podes consultar o texto aqui, nomeadamente o primeiro capítulo: “Esclarecimentos prévios”» […].

{PGL: ‘Confluência normativa’ aprovada por unanimidade’}

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"Cultura que une" no Culturgal

Logo de Cultura que uneO projeto Cultura que une divulgou suas atividades transraianas na sequência da maior feira cultural da Galiza, o Culturgal, desenvolvido em Ponte Vedra de 4 a 6 de Dezembro. Este vídeo de Alfredo Ferreiro inclui uma entrevista a Luís Martínez-Risco, presidente da Fundación Vicente Risco e um dos principais promotores, assim como as intervenções de alguns de seus colaboradores principais.

Na sequência da aprovação a 11 de Março de 2014 pelo Parlamento Galego da Lei Valentim Paz-Andrade, o projeto nasceu, em primeiro lugar, a partir do diálogo entre a Fundación Vicente Risco e Norberto Cunha, responsável pelo Museu Bernardino Machado de Vila Nova de Famalicão.

O programa do «Cultura que une» integra diversas manifestações artísticas e culturais (exposições de pintura, fotografia e escultura; recitais de poesia e concertos), a serem realizadas em duas cidades, uma da Galiza e outra de Portugal, assim como ciclos de conferências relacionados ao tema das relações intelectuais entre Galiza e Norte de Portugal.

{Palavra Comum}

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“Ostrácia é um não território”

Fotografia da performance e promoção do romance Ostrácia, de Teresa Moure

Inessa Armand (Teresa Moure) e Lenine (Suso Sanmartin) apresentando Ostrácia no Culturgal

Na sequência da promoção do romance Ostrácia, de Teresa Moure (Através Editora) no contexto do Culturgal 2015. Fotografia a partir de fotograma do vídeo de Alfredo Ferreiro.

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Ondjaki no Culturgal

Ondjaki e Carlos Quiroga no Culturgal, feira das industrias culturais galegas 2015

Ondjaki e Carlos Quiroga no Culturgal 2015

Ondjaki e Carlos Quiroga no Culturgal (Ponte Vedra – Galiza), feira das industrias culturais galegas 2015. Fotografia da apresentação da obra Os modos do mármore + 3 poemas, de Ondjaki, na chancela galega Através Editora

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