«A farsa galega: sobre a implementação da “Lei Paz-Andrade”»

Renato Epifânio (Público): «[…] Dois anos após a sua aprovação, chegam-nos porém notícias preocupantes sobre a real implementação da Lei Paz-Andrade.» […]

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“O fim do Apartheid” na Corunha

Manifesto O fim do Apartheid

O manifesto “O fim do Apartheid”, em favor de maior tolerância gráfica para a língua galega, continua ganhando adesões. São já por volta de 1.100 pessoas preocupadas com a decadente deriva da cultura, reintegracionistas ou não, que têm apoiado o texto com sua assinatura consciente. Porque o texto, não tendo que ser por razões de estilo igualmente satisfatório para tod@s, tem a incontestável virtude de ser muito claro no que às suas intenções diz respeito: reclamar o fim da invisibilidade para uma perspetiva da língua que tem sido marginalizada nas últimas décadas embora alguns dos maiores vultos da intelectualidade do país tenha erguido no seu seio grandes obras e o galeguismo referencial do século XX tivesse reconhecido a sua pertinência. […]

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Confluência de corações

A Associaçom Galega da Língua (AGAL) aprovou dia 3 em assembleia o texto que recolhe a confluência das duas tradiçons normativas que coexistiam no reintegracionismo, que a partir de hoje contará com umha única proposta ortográfica e morfológica. […]

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Teresa Barro: «Un galego ríxido e acartoado, como unha tradución mal feita do castelán»

Trecho do artigo “A historia do galego”, de Teresa Barro, publicado no seu blogue pessoal Desde Albión para Galiza em 23 de novembro de 2016. […]

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“A ollada do señor Manuel” (Grial 209)

“A ollada do señor Manuel” é um artigo de Alfredo Ferreiro sobre Manuel Molares publicado em Grial ~ Revista Galega de Cultura, nº 209) […]

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Tolerância gráfica no certame literário de Arteijo

logo Certame Manuel Murguia de Arteijo

Convoca-se o 25 Certame de Narracions Breves Manuel Murguia de Arteijo, aberto como sempre à liberdade criadora sem censura gráfica. […]

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«Um povo unido como única opção de sobreviver»

A alcaldesa de Mondonhedo, Elena Candia (PP), no passado mês de junho dixo que “el pueblo que huye de sus tradiciones y de su conciencia renuncia a su identidad y a su alma“, e também ressaltou que, do modo que “todos respetamos esa pluralidad de opciones válidas, también exigimos que respeten nuestra voluntad de seguir siendo un pueblo unido como única opción de sobrevivir“. Assim aludia aos alcaldes d’ Acrunha e de Santiago, Júlio Ferreiro e Martinho Noriega, ausentes num evento religioso anual.

Há citações que se não podem traduzir, e esta é uma delas. Sendo como é a alcaldesa de uma vila galega, imaginem que tivesse falado em galego e dixesse, como sempre dixérom os galeguistas de toda a época: “O povo que foge das suas tradições e da sua consciência renúncia à sua identidade e à sua alma; todos respeitamos essa pluralidade de opções válidas, também exigimos que respeitem a nossa vontade de seguir sendo um povo unido como única opção de sobreviver”.

Falar numa língua pode significar impôr uma cultura e condenar outra, por muito própria que se considerar legalmente, à extinção premeditada.

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A lingua dos nenos

Foi unha honra participar neste documental producido por Rinoceronte Editora acerca da perda da lingua materna que sofren os nenos galegofalantes, vista dende a óptica dos seus pais.

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Próxima estação: galego-português

«Próxima estação: galego-português é uma proposta de viagem para o nosso idioma onde mais do que nunca trasladar-se implica transformar-se.

Uma viagem à procura do galego-português é comprovar que temos uma língua com a que podemos deslocar-nos miles de quilómetros por terra, mar e ar, por barco, bicicleta ou zepelim a Pernambuco, Rio de Janeiro, Porto, Luanda, Dili, Fonsagrada e Compostela, sempre que a nossa alfândega mental nos conceda uma passagem.

Em Próxima estação: galego-português precisamos pouca bagagem: apenas se nos permitirá um afinador de ouvido, um bom sentido musical para comunicar e uma imensa curiosidade como bússola.

À Próxima estação: galego-português chega-se também com a imaginação e as palavras. Só através delas atravessaremos os mundos criados por Fernando Pessoa, Sophia de Mello, Clarice Lispector, Pepetela, Rosalia de Castro e Mia Couto. Mundos que partilham todo um planeta – o NH- muito antes de que o vagão chegue o seu destino.

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