Apresentação da revista DiVersos no Porto, em Santiago e na Corunha

Nesta semana, na quarta 22 de março em Santiago (20:00 hs. na livraria Chan da Pólvora) e na quinta 23 na Corunha (no café-livraria Linda Rama), a revista DiVersos – Poesia e tradução será apresentada na Galiza. São já 20 anos desde a sua fundação (1996-2016) e mais de 300 nomes da poesia que foram aqui publicados, em língua original ou traduzidos. Contaremos nos dous eventos com a presença do seu editor, o amigo José Carlos Marques, da Edições Sempre-Em-Pé, assim como com a do escritor e professor Carlos Quiroga em Santiago e o poeta Ramiro Torres na Corunha. O nosso propósito será, para além de apresentarmos uma revista de que tanto gostamos e na que nos orgulhamos em participar, tentarmos estabelecer as bases para uma colaboração permanente entre galegos e portugueses.

O vídeo oferecido cá responde ao evento que celebramos no Porto no passado 3 de março. Animamos @s amantes da poesia a acudir aos encontros previstos para esta semana na Galiza.

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Carlos Pazos-Justo no Culturgal: A imagem da Galiza em Portugal

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Carlos Quiroga no Culturgal: A imagem de Portugal na Galiza

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Carlos Taibo no Culturgal: O penálti de Djukić

O penálti de Djukić de Carlos Taibo: apresentação no Culturgal 2016 (Ponte-Vedra) com Tiago Alves Costa e o autor.

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“O fim do Apartheid” na Corunha

O manifesto “O fim do Apartheid”, em favor de maior tolerância gráfica para a língua galega, continua ganhando adesões. São já por volta de 1.100 pessoas preocupadas com a decadente deriva da cultura, reintegracionistas ou não, que têm apoiado o texto com sua assinatura consciente. Porque este manifesto, não tendo que ser por razões de estilo igualmente satisfatório para tod@s, tem a incontestável virtude de ser muito claro no que às suas intenções diz respeito: reclamar o fim da invisibilidade para uma perspetiva da língua que tem sido marginalizada nas últimas décadas embora alguns dos maiores vultos da intelectualidade do país tenha erguido no seu seio grandes obras e o galeguismo referencial do século XX tivesse reconhecido a sua pertinência.

No passado 17 de novembro os avanços do manifesto fôrom apresentados na Corunha, contando com a presença do professor da Universidade da Corunha Xosé Ramóm Freixeiro Mato e da poetisa Eli Rios. O debate posterior não eludiu ressaltar algumas incoerências do mundo cultural galego, mas decorreu no ambiente de fraternidade e respeito que só @s mais conscientes dos crus tempos que vivemos sabem alimentar. Como dizia meu avó, lavrador de trás-Deza que houvo de fazer vida na Corunha de pósguerra: «Paciência, ratos, que ardeu o moínho». E diria eu: daí para diante tod@s a ajudar.

{Palavra comum}

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