Raias Poéticas 2017: Luís Serguilha

Raias Poéticas: Afluentes Ibero-Afro-Americanos de Arte e Pensamento

No passado fim de semana tive a oportunidade de participar no Raias Poéticas ~ Afluentes Ibero-Afro-Americanos de Arte e Pensamento fazendo parte de uma delegação galega composta por Ramiro Torres, Teresa Moure e Tiago Alves Costa. Este é o primeiro do cinco vídeos que compõem o nosso contributo plural. […]

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Raias do pensamento e da arte Ibero-Afro-Americana

Raias Poéticas: Afluentes Ibero-Afro-Americanos de Arte e Pensamento

Hoje saímos para navegar no Raias Poéticas 2017. Deixaremo-nos levar pelas correntes, exploraremos seus afluentes e tal vez encontremos um novo “Eldorado” mais perto da nossa casa do que cabia pensar…Grato desde já pelo convite do Tiago Alves Costa e do Luís Serguilha, e feliz de contar com na expedição galega com a companhia da Joana Magalhães e da Teresa Moure. Águas ricas em poesia e pensamento livre aguardam por nós, com certeza… […]

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Galiza e Portugal qual (quais) fronteira (s)? ~ Debate no Porto

Galiza e Portugal qual fronteira A

Galiza e Portugal qual (quais) fronteira (s)? ~ Debate no Porto. Programa: “Cada língua, uma alma, por Joaquim Pinto da Silva” (Director da Orfeu, livraria portuguesa e galega, Bruxelas); “A encruzilhada política da Galiza”, por Ana Miranda (Porta-voz do Bloco Nacionalista Galego, no Parlamento Europeu); “Letras e artes a sul e a norte do Minho”, por Ramiro Torres (revista Palavra Comum – http://palavracomum.com/). […]

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Atmosferas: diálogos poético-musicais

Atmosferas: diálogos poético-musicais

A música de Aida Saco Beiroa interaccionará directamente, ao vivo, coas obras poéticas de Sonia Andrade, Pedro Casteleiro, François Davo, María José Fernández, Alfredo Ferreiro, Xosé Iglesias, Antom Laia, Tati Mancebo, Luís Mazás, Teresa Ramiro, Paco Souto e Ramiro Torres […]

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Ramiro Torres: “A poesía é como a tónica, cando a probas non te convence, logo volves a ela e descobres novas texturas”

Ramiro Torres por Gabriel Ferreiro (2013)

Entrevista desde a Biblioteca Ágora da Corunha a Ramiro Torres. […]

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Terra, edição de “Cultura que une”

Terra coletanea publicada de fotografos e poetas galegas e portuguesas publicada por Cultura que une 2015

Terra é um livro coletivo que reúne o fotografias e poemas de galegos e portugueses, editado por Cultura que une. […]

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Herberto Helder, in memoriam

Ontem soubemos que um dos vultos da poesia europeia contemporânea, o poeta português Herberto Helder, iniciou o caminho de retorno. Se calhar ele nunca chegou a saber até que ponto foi o grande referente da poesia moderna para alguns de nós, neste pequeno país chamado Galiza que, sendo o berço certo da lusofonia, esquece cada dia a sua cultura enquanto sorve desesperado as essências da poesia. Somos assim, contraditórios até ao paroxismo, e isso talvez é que nos faz humanos e divinos, efémeros e eternos.

Obscuro e luminoso ao tempo, Helder foi um exemplo de compromisso com o trabalho interior que a poesia impõe, e que pouco tem a ver com a literatura, esse objeto mercantilizado que coisifica a espiritualidade da arte, mede o esforço, calcula os ganhos e contabiliza os aplausos: «[…] O prestígio é uma armadilha dos nossos semelhantes. Um artista consciente saberá que o êxito é prejuízo. Deve-se estar disponível para decepcionar os que confiaram em nós. Decepcionar é garantir o movimento. A confiança dos outros diz-lhes respeito. A nós mesmos diz respeito outra espécie de confiança. A de que somos insubstituíveis na nossa aventura e de que ninguém a fará por nós […]». Por isso nós hoje queremos escrever tão só umas breves linhas de homenagem, breves, seguindo a recomendação do mestre, porque é que a nós, mais do que a ele, dirão respeito.

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<em>Esplendor arcano</em>: Licuacións na materia

Lino García Salgado: «Por veces falar de poesía leva consigo determinados riscos, afortunadamente nada dramáticos, sobre todo á hora de enfocar a súa lectura ou no xeito no que determinados autores e autoras quedan encadrados en adxectivos tan esplendorosos dos que é difícil fuxir. Ramiro Torres escribe poesía surrealista, tal e como se desprende da súa propia definición ao formar parte do colectivo de escritores surrealistas galegos, mais… quizais isto non sexa o importante, non para el senón para quen tivemos a oportunidade de gozar dos seus poemas dende un punto de vista máis aséptico e acabamos descubrindo un mundo líquido que navega polos nosos interiores a pouco que nos deixemos.

Fóra dos retrousos típicos e tópicos teremos que devolver as formas aos seus comezos, tal e como sinala Ramiro en parte dun poema de Esplendor Arcano. E como de xerme vivimos tamén dos seus versos podemos respirar en plenitude unha chuvia variada de vocabulario tan diverso como ben empregado dando apertura, en case todo o libro, a historias paralelas que semellan competir nunha carreira de fondo para ver quen chega antes ao padal do/a lector/a. Pero non soamente somos illas senón fontes bravas de materia configurando esa materia do universo que é a nosa medula sen dividir a parte máis vexetal da ósea. Perpetuar os hábitos encol da imaxinación nutre o perfil arcano que temos e no que Ramiro incide dun xeito valente e decidido, onde se recobra a efervescencia natural que nos fai sacudir de frío as arterias obstruídas dando paso á beleza desa ascendencia solar da que nos fala.

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<em>Transcendência</em>, música de Nenoescuro e poema de Ramiro Torres

Transcendência, música de Nenoescuro e poema de Ramiro Torres […]

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