Atmosferas: diálogos poético-musicais

Atmosferas: diálogos poético-musicais

A música de Aida Saco Beiroa interaccionará directamente, ao vivo, coas obras poéticas de Sonia Andrade, Pedro Casteleiro, François Davo, María José Fernández, Alfredo Ferreiro, Xosé Iglesias, Antom Laia, Tati Mancebo, Luís Mazás, Teresa Ramiro, Paco Souto e Ramiro Torres […]

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“odesexo” coletivo

odesexo obra plástica e poética

odesexo obra plástica e literaria galega. Artistas: Maside, Pardiñas, Riveiro. Poetas: Ramón Neto, Verónica Martínez, Lino Braxe, Emma Pedreira, Eli Ríos, Eduardo Estévez, Mercedes Leobalde, Alberte Momán, Antonio G. Teijeiro, Miguel Mato, Paco de Tano, Xosé Iglesias, Paco Souto. […]

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Quadrante de sombras

No passado sábado dia 22 de Novembro, foi apresentado o livro de poemas Transfusión Oceánica, de Xosé Iglesias. O evento consistiu na leitura de poemas do capitão-poeta-marinheiro assim como de textos dum grande número de poetas e amig@s: Paco Souto, Ramiro Torres, Táti Mancebo, Alfredo Ferreiro, María José Fernández López, Modesto Fraga, Paco de Tano, Rivadulla Corcón, Iolanda Aldrei, Mercedes Leobalde, Teresa Ramiro, Rodrigo Osorio, Xurxo Gago, Serafín Mourelle, Juan Alberto Moure, Marité Prieto, Xosé Abeledo, Mercedes Queixas Zas, Viki Rivadulla e Miguel Anxo Mato Fondo. A cargo da banda sonora estiveram Bieito Romero e outros membros de Luar na Lubre, para além do grupo folque Samarúas. No presente vídeo, gravado por Táti Mancebo e por mim com um telefone, infelizmente não figuram todas as memoráveis intervenções da noite. Medre o mar !!!

{Palavra comum}

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<em>Transfusión oceánica</em>, de Xosé Iglesias

Transfusión oceánica é a obra poética de quem, sem deixar de ser um humilde marinheiro perante as forças incomensuráveis das ondas salgadas, é também um capitão que anseia dirigir a dança do oceano. São versos que nos oferecem à vez a épica do lavor diário e a poética de uma balança que abala entre os frutos da subsistência e o abraço espumoso da morte. Uma percurso trágico que, graças à sensibilidade e à experiência real de Xosé Iglesias, só podia chegar a bom porto. […]

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