O Dia das Letras no bairro da Cubela

Resumo em imagens das atividades desenvolvidas pela a Livraria Azeta para o Dia das Letras Galegas 2017. […]

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Letras Galegas 2017 (1)

Azeta Letras Galegas 2017 B

Começa uma rica semana em eventos culturais em volta da celebração das Letras Galegas 2017. Hoje e amanhã andaremos polo meu antigo bairro corunhês, a Cubela (entre a Gaiteira e a Estação de Autocarros). Colaboraremos com o nosso querido livreiro Suso da livraria Azeta e andaremos a falar de literatura e a recitar poesia acompanhados dalguns dos maiores vultos da literatura actual, também vizinhos muito prezados. […]

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Poetas Di(N)versos

Eduardo Estevez em Poetas DinVersos por Alfredo Ferreiro 1000

O ciclo de poesia nacional e internacional Poetas Di(N)versos inicia sua pausa estival. Na tarde de 13 de junho contamos com a presença do nosso amigo Eduardo Estévez e tivemos a oportunidade de conhecer a poeta argentina Mercedes Roffé, a quem pudemos retratar junto com a apresentadora e diretora do ciclo Yolanda Castaño. Do poeta e da poetisa oferecemos os poemas que figuram no díptico do evento:

unha balea varada na praia estarrece como a ruína dun imperio

é unha postal imposíbel no centro da paisaxe

treme o aire que paira inmóbil ao seu redor

e non ten esa tensión do horizonte senón acaso a conciencia de ser ela mesma todo un final

a balea é un deus caído unha espera deitada

se falas con ela parecerá que escoita a túa dor e devolve preamar

uns nenos achéganse pés na area fría observan con distancia

a balea non pode moverse pero non é o seu cheiro o que estarrece

acaso sexa a inmensidade da metáfora

EDUARDO ESTÉVEZ

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Terra, edição de “Cultura que une”

Terra coletanea publicada de fotografos e poetas galegas e portuguesas publicada por Cultura que une 2015

Terra é um livro coletivo que reúne o fotografias e poemas de galegos e portugueses, editado por Cultura que une. […]

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Fim de semana memorável

Há várias semanas que aconteceu, mas a lembrança de um fim de semana pleno de arte é algo que permanece no meu íntimo e se rebela a ficar sem crónica, por humilde que for. Em primeiro, foi a atuação de Santiago Auserón na Corunha, no contexto de um evento da Fund. Luis Seoane, organizado por Yolanda Castaño, 10 abril. A mestria do cantor-poeta não deixou indiferente o pessoal, por muito que, como eu, experimentasse mais um repetido prazer ao ouvir letras tão bem compostas, músicas em que tão bem harmonizam a tradição e a fusão atual e comentários teórico-práticos tão amenos e reveladores. A continuação do Grã Cão do rock-pop espanhol, veu a vez de Maria Lado e Lucia Aldao. Era de pressupor que uma parte do público tinha acudido atraído pela fama de Auserón, mas o que se puido comprovar é que, depois de o público decidir ao completo permanecer na sala, todos desfrutaram com o espectáculo poético-musical de AldaoLado. Efectivamente, das aproximadamente trescentas pessoas que ali estavam ninguém deixou de rir e aplaudir as interpretacións musicais, as canções, os poemas e as piscadelas humorísticas sobre o sistema literário. Foi, sem dúvida, um evento catártico que manteve o público atento, ativo e satisfeito durante mais de três horas. Sem dúvida algo que também temos de agradecer à direção da Fundação, pela sua sensibilidade à hora de aceitar propostas híbridas à vez tão lúdicas e de altura.

Em Arteijo, no Café Melandrainas, no dia seguinte (11 de abril), assistimos a um recital meigo como poucos. Fazendo parte do ciclo que organiza Ramiro Vidal Alvarinho sob o título “Versos no pentagrama”, o programa incluía guitarra clássica e recital poético. Em primeiro foi a vez de Isabel Rei, que nos deliciou com sua arte interpretativa, sua sensibilidade à hora de escolher um repertório compostos de temas tradicionais galegos e clássicos lusófonos, para além das suas interessantes notas sobre a história e características das diversas composições. Intercalando as intervenções, quatro poetas nos ofereceram seus melhores versos, entre eles e elas boas amizades e plumas de contrastado mérito: Mário Herrero, Verónica Martínez, Alberte Momám e Maria Castelo. E tudo isto sem sair de Arteijo. E tudo isto apesar dos gobernos nacioanalfabetocatólicos que padecemos nos dous concelhos! Sim, definitivamente há esperança.

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Torneiro e Adonis

Vídeo de Alfredo Ferreiro sobre os poemas recitados de Adonis e Manuel Álvarez Torneiro, com apresentação de Yolanda Castaño. […]

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Alfonso Pexegueiro e Ming Di

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Presentamos Pel con pel en Santiago

Blogue da Editorial Galaxia: «Este domingo presentaremos en Santiago o libro Pel con pel, que recolle case que corenta fotos presentadas ao II Concurso sobre Lactación Materna que organizou Fedegalma e a Editorial Galaxia. No acto participarán algúns dos autores dos textos que acompañan a publicación. Dores Tembrás, Marta Dacosta, Begoña Caamaño, Ledicia Costas, Francisco Castro, Eduardo Estévez e Alfredo Ferreiro recitarán os seus textos escritos para o libro, no que tamén participan Xosé María Álvarez Cáccamo, Román Raña, e Yolanda Castaño.»

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Poetas Di(n)versos III: fotos

Moi recomendábel a entrevista de Gemma Malvido referenciada por Xoán Abeleira.

Máis fotografías do evento en O levantador de fotos.

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